Manifesto

Top’s, playlist’s, mais do mesmo…. Não são palavras de ordem na Scratch FM.
Scratch, arranhar…. Arranhar a mente, agitando-a. Arranhar o vinil, aquele bolachão que dá música ao baixar da agulha que davam como morto mas que acordou de um coma profundo durante a era digital. Agitar as pessoas com a irreverência que vai do rock ao pop, do new age à música tradicional, do rock progressivo ao jazz, dos blues à electrónica passando pela informação.
Não informar o corriqueiro, mas o que acontece aqui e ali, da exposição ao debate, da história à cultura geral.
Agitamos quem acompanha a Scratch e a comunidade, deixando-a vir até nós e participar na nossa programação, sugerir aquela banda ou divulgar esta banda ou festa, este filme ou aquela manifestação.
Sim, porque não estamos só para falar mas, sendo um meio de comunicação verdadeiramente independente, procuramos ter voz activa na comunidade, sempre de língua afiada e com as antenas no ar para o que se passa no mundo, querendo envolver a comunidade e participar na vida cultural.

Esta é a Scratch Magazine. Escrevemos crónicas e entrevistamos artistas, fazemos rádio digital, acompanhamos concertos, mas iremos ter mais. Mas com calma, que temos dar tempo à agulha para tocar no vinil e fazê-lo cantar. E depois claro, um scratch interventivo.

Este é o nosso mundo, bem-vindo a ele!

Lino Galveias

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